Como começar a investir? 3 dicas para fazer seu dinheiro render

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Começar a investir e prosperar é o sonho de muitos brasileiros, porém, ainda são poucos os que realmente arregaçam as mangas e partem para a prática. Se você deseja fazer parte desse grupo e quer compreender melhor quais são as opções disponíveis e quais os passos iniciais para começar, você está no lugar certo.

O objetivo deste artigo é apresentar as principais dicas práticas para quem quer investir e não sabe por onde começar. Para isso, primeiramente vamos entender qual a importância dessa prática, apresentando 3 dicas fundamentais para começar. Quer saber mais? Então, acompanhe!

Qual a importância de começar a pensar em investir?

Como sabemos, o dinheiro abre muitas portas e permite ter acesso a benefícios, prazeres e experiências. Muitos duvidam do valor do dinheiro e fazem comparações esdrúxulas do tipo “o amor é mais importante que o dinheiro”. Obviamente, isso é uma verdade, mas o fato é que, para as questões estritamente materiais, ter dinheiro é muito melhor que não ter. A importância de investir fica ainda mais evidente no longo prazo.

Quando conseguimos acumular recursos, proporcionamos uma vida financeira mais confortável e, ao mesmo tempo, segura frente a situações adversas que podem ocorrer a todo momento. Dessa forma, poupar e direcionar recursos para investimentos é fundamental para qualquer pessoa minimamente preocupada com a sua situação financeira, atual e futura, e também com a dos seus entes queridos.

Quais as principais dicas para começar a investir?

Agora que entendemos a importância do investimento para a realização de sonhos e para ter uma aposentadoria mais tranquila, chegou o momento de partirmos para a prática. Veja as 3 principais dicas que você precisa seguir antes de começar a investir. Confira!

1. Conheça bem a sua situação financeira atual

Fazer a lição de casa e organizar a vida financeira pessoal é o primeiro passo antes de começar a investir. Se você ainda está em uma situação de dívida, o melhor a ser feito é quitá-la antes de decidir aplicar os seus recursos. Isso é importante, pois os juros das dívidas — sejam do cartão de crédito, do crédito parcelado ou do cheque especial — são sempre muito superiores ao que se pode obter com investimentos.

Logo, enquanto estiver em dívida com algum desses produtos, você sempre estará mais perdendo que ganhando dinheiro. Outro ponto importante é separar um capital fixo para investir todos os meses, como se fosse o pagamento de uma prestação. Agindo assim, você poderá desfrutar dos benefícios dos juros compostos, fazendo com que o seu investimento inicial, somado a aplicações periódicas, cresça formando uma “bola de neve” positiva.

2. Defina seus objetivos para o investimento

O segundo passo importante para começar a investir é definir os objetivos do investimento. Afinal, o que você pretende atingir com as suas aplicações? Qual o capital disponível? Por qual período você pretende manter esse dinheiro aplicado? Os objetivos podem variar ao longo do tempo em curto, médio ou longo prazo. Você pode guardar para obter renda complementar na aposentadoria, comprar uma casa, trocar o carro, enfim.

Contudo, recomendamos fortemente que você tenha como objetivo inicial a construção da sua reserva de emergência, que nada mais é que um valor disponível para enfrentar situações difíceis, como uma demissão inesperada e casos de doença na família, por exemplo. Tais situações podem prejudicar a sua vida financeira, caso não esteja preparado contra elas.

3. Conheça os tipos de investimentos mais indicados para iniciantes

Com as contas em ordem, com uma reserva de emergência preparada para lidar com situações adversas, chegou o momento de decidir quais produtos escolher para começar a investir. Existem muitas opções de investimentos disponíveis no mercado e é exatamente por isso que você precisa escolher aquelas que estejam mais alinhadas com o seu perfil de investidor, momento de vida e quantidade de capital. Muitos investidores são avessos a riscos e, por isso, preferem produtos mais seguros que apresentam baixas rentabilidades.

Outros são mais arrojados e não se preocupam em ter perdas momentâneas frente a um potencial maior de retorno. Em todo caso, o que conta é ter um produto compatível com as suas expectativas e com o seu perfil. Sendo assim, procure por produtos mais simples, como a renda fixa (títulos públicos, CDBs com liquidez), para adquirir mais experiência. Não seja precipitado, lembre-se de que o seu capital é muito importante e não pode sofrer perdas desnecessárias.

Até aqui, podemos entender que começar a investir, na verdade, é um processo muito simples, mas que exige um certo grau de conhecimento para que escolhas erradas não prejudiquem os seus resultados. Sendo assim, é necessário que o investidor busque continuamente informações sobre o funcionamento dos produtos de investimentos, o potencial de retorno de cada um, os riscos envolvidos e, também, saiba como acompanhar a evolução dos ativos para ter bons rendimentos.

Então, gostou das dicas? Aproveite para continuar a expandir os seus conhecimentos lendo como escolher o melhor investimento para reserva de emergência.

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